Simplesmente a minha performance favorita de uma das minhas músicas favoritas com meus intérpretes favoritos e na minha versão favorita.
Tudo isso depois de cinco anos vendo apenas gravação de fã feita com celular.
❤
Denial.
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
O monstro dentro de cada um de nós.
Um monstro vive dentro de cada um
de nós.
Ele é um monstro grande, forte,
violento e, no entanto, muito paciente.
Às vezes nos exaltamos e este
monstro acaba por nos controlar, mesmo que por um mísero segundo. E quando ele
nos controla, um exército inteiro nos ataca.
Não importa o quanto controlamos
o monstro. Não importa o quão bons tentamos ser.
Seremos bons a vida inteira, e
entre as milhares de qualidades que temos e que dão orgulho às pessoas, sempre
teremos um defeito que, apesar de cercado de qualidades, será nossa
característica mais notada.
Eu sempre faço as melhores
coisas. Dou orgulho às pessoas.
Mas todos temos dias ruins. Dias
em que a ausência de alegria, otimismo e afeto nos tornam mais vulneráveis em
relação ao monstro. E em alguns momentos, raros, porém não inexistentes,
perdemos a cabeça e deixamos o monstro escapar. Às vezes é tão sutil que nem
percebemos. Mas as outras pessoas não – elas encaram aquilo como um absurdo. Um
ultraje.
Ninguém vem perguntar o que
aconteceu de errado, ninguém se importa se você está se sentindo bem ou não.
Falta individualidade. E eles confundem isso com individualismo. É um problema
sério. Não sei se foi o caso. Mas acontece.
Admitimos que erramos. Buscamos
melhorar. O tempo todo. Ouvimos o que as outras pessoas têm a dizer, para que
aquilo nos torne pessoas melhores.
Mas se cometemos um único erro, o
monstro faz questão de cutucar a onça com uma vara curta. Um único erro, entre
milhares e milhares de acertos, nos leva ao fundo do poço, nos coloca como se
fossemos lixos o tempo todo.
Somos humanos. Precisamos de
espaço. Porque só assim teremos as ferramentas para manter o monstro quieto no
canto dele, sem machucar ninguém.
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Às vezes acho que sou otimista demais.
Não acredito que vamos salvar o
planeta do aquecimento global. Não acho que conservaremos os recursos naturais.
Não acho que vamos conseguir fazer uma revolução em que todos saiam ganhando.
Pelo menos não em pouco tempo. E também não acho que se ela acontecer ela durará.
Não acho que um dia não haverá
diferenciação entre seres humanos. Mulheres, gays, prostitutas, estrangeiros,
pobres, ateus, religiosos, sempre sofrerão por algo que nem é culpa deles. Não
importa a origem. Não importa a raça. Os únicos “bons” continuarão sendo homens
brancos, heterossexuais, fundamentalistas, que se mostram superiores diante de
todos que são diferentes. Mesmo de mulheres brancas, heterossexuais e louras de
olhos azuis, como a mídia gosta.
Não acho que um dia não haverá
fome. Não acho que a África será desenvolvida. E talvez nem mesmo a América
Latina.
Não acho que um dia todos seremos
iguais. Não há interesse por parte dos grandes que todos sejamos iguais.
Porque isso? E espera aí, seu título não dizia que você se achava otimista
demais? Não está se contradizendo?
Aham. Estou. Posso estar. Ou não.
Porque com todo esse pensamento
negativo, eu ainda guardo em resquício de esperança em algum lugar. A
humanidade está um lixão, ou sempre foi. Na verdade, eu particularmente acho
que o pouco que mudou, só piorou. Mesmo com ~algumas~ conquistas sociais, as
quais nem sempre são respeitadas. Porém, por mais que eu não veja futuro, eu
não deixo de acreditar que é necessário lutar por ele. Não podemos nos dar como
vencidos, nos contentar com o que vemos.
Dizer para uma pessoa “não é você
que vai mudar o mundo” é, em minha opinião, uma grande lorota. Cada pequena
ação faz diferença. Não interessa que ninguém viu. Que ninguém se importa. Você
deve saber que está fazendo a sua parte.
Você não é mais um número na
população. Você não é insignificante. Você é um ser humano, um ser humano
dotado de razão, a qual está lá para ser usada. Tens o direito de acreditar no
que quiser – o que acaba sendo, infelizmente, uma das causas do “nunca seremos
iguais”, mas é o senso de igualdade necessário que quase ninguém enxerga.
Não se muda o que nunca mudou. A
humanidade sempre foi a mesma. As tecnologias que surgiram, os conhecimentos
que se espalharam, as reflexões que aconteceram, as pessoas que governaram,
tudo continua igual. A hierarquia se mantém a mesma desde que o primeiro homem
disse que algo era “seu”. Ou será que mesmo antes disso essa hierarquia já não
existia?
Os mesmos detêm o poder. Os
mesmos continuam controlados. Os mesmos tiram vantagem. Os mesmos são
desgraçados.
Estou sendo otimista.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Melhor vídeo.
Melhor e mais útil vídeo que já vi na vida, devo dizer.
(créditos vão para um bom amigo meu. ele sabe quem é)
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
É fácil ter ideais
“É fácil ter ideais”
Às vezes vão dizer que me tornei
mais uma adolescente depressiva estereotipada dessa geração. Dirão que eu estou
desperdiçando minha vida, que passo o tempo todo na frente de uma tela de
computador e que não saio do meu quarto.
De fato, não saio. Tenho muito
trabalho a fazer; quando se está dentro de uma universidade – mesmo antes de
entrar no ensino superior – a vida se torna outra, e o mundo adulto se torna
mais evidente. As responsabilidades surgem, e ao longo que estudamos,
trabalhamos, deixamos de ter lazer, acabamos nos alienando da vida. Mas se
trabalhamos com o que gostamos, pode ser que isso se amenize. Não sei, não
cheguei nessa fase da vida ainda.
A questão é: não, não me tornei uma adolescente depressiva.
Muito pelo contrário. Parece que estou me encontrando no mundo. Venho fazendo
descobertas maravilhosas e ao mesmo tempo bastante assustadoras sobre quem eu
sou, sobre quem as pessoas à minha volta podem ser e sobre o que a sociedade
vem se tornando. E com isso venho crescendo. Já dizia Sócrates: “É sábio o
homem que pôs em si tudo que leva à felicidade ou dela se aproxima.”
“É fácil ter ideais” – esta foi a frase que ouvi em um dos
momentos em que eu tentava explicar o porquê de querer fazer História na
universidade. Por que não uma engenharia? Ou alguma tecnologia? Medicina?
Simples – porque meu objetivo é
outro. Não que eu não goste das outras áreas; eu gostaria muito de fazer
Engenharia da Produção, ou quem sabe Engenharia Industrial Madeireira. Mas meu negócio
não é a indústria. Não é a produção. O que eu realmente quero fazer é entender
quem somos – como surgimos, como nos tornamos assim. De onde veio a sociedade?
Como ela evoluiu? Se é que evoluiu? Por que chegamos a tal ponto? E que ponto é
esse? Como será daqui pra frente?
É por causa disso que eu percebi que sou das Ciências Humanas. História, Filosofia, Sociologia, Geopolítica, sempre foram as disciplinas que mais me interessaram e que me abriram para o caminho do conhecimento que eu sempre busquei. É graças a elas que me encontrei. Que encontrei – ou venho encontrando – meus ideais.
Então quer dizer que é fácil ter
ideais, dizer que vou estudar História, para depois chegar na hora de conseguir
um emprego e ver que ser professor é difícil, que ninguém é valorizado?
Aí é que está a grande questão.
Quanto menos pessoas quiserem seguir a carreira de educador, mais decadentes
nos tornaremos. Não é só de professores que precisamos – é de professores
capacitados, dispostos a abrir a mente do aluno. Não basta torná-lo cidadão;
deve-se torná-lo consciente de que o mundo é muito mais do que crescer,
trabalhar e morrer. O mundo é mais do que uma grande indústria, porém está
mascarado pelas exigências de um mercado ditador.
Aí os “desperdiçadores de tempo” –
historiadores, filósofos, sociólogos, artistas e até mesmo psicólogos – acabam caindo
na desvalorização, pois o que se entende por valor hoje parece ser a honra de
estar na grande indústria. A luta por ideais se torna tabu, enquanto vemos a
sociedade caminhar cada vez mais para o detrimento absoluto.
Não, não é fácil ter ideais.
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Smok Retorna.
Parece que eu estava precisando
de um diário. Um diário online.
E como eu já tinha esse blog, e
ele estava morto há algum tempo, resolvi voltar com ele, porém renovando-o completamente.
Até porque eu já não sou mais a mesma pessoa. Não faço mais dolls, apesar de
sentir falta disso, já que era ótimo para relaxar. Mas já não dá mais tempo, e
minhas prioridades agora são outras.
A partir de agora compartilharei
minhas experiências pessoais e intelectuais (ui ui ui), mas claro, com um toque
de música, e quaisquer coisas que bem, eu achar válidas de serem
compartilhadas. Ele será mais parecido com o Smok’s Factory, mas terá um toque
mais pessoal. Quem sabe eu até faça posts duplos, ou seja, iguais nos dois
blogs, não sei ainda.
Mas só digo que a pessoa que vos
escreve agora é praticamente outra, com novas perspectivas, novos ideais, novos
gostos... e estarei mais aberta a meus gostos excêntricos (ou nem tanto) que
antes eu escondia, pois agora me acho que estou começando a encontrar o caminho
para mim mesma.
Atenciosamente,
Ingrid Smok Severus Snape Aurélio
Shaw Kennedy.
sábado, 22 de dezembro de 2012
Fim de Ano
Bom, não estive por aqui por um loooooooongo tempo. Não sei não como vai ficar esse blog, já que não tenho mais nada pra postar nele...venho tentando mantê-lo, mas está difícil.
Enfim, só vim para desejar um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo pra todo mundo.
Boas festas!
Smok
Enfim, só vim para desejar um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo pra todo mundo.
Boas festas!
Smok
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